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    El editor que no quiere editar por el bien de la ecología
    jueves, 20 de septiembre de 2007


    Un resumen de la entrevista y al final si alguien quiere traducirla al español la dirección para enviarla.


    Lo que comenta en esta entrevista Lindsay Waters que es editor ejecutivo del área de humanidades de la Universidad de Harvard es que el gran desafío del futuro es publicar cada vez menos y con más criterio. Los árboles ralados para lanzar tesis académicas que nadie leerá, nunca más.
    Es antiecológico, defiende Waters, que estuvo esta semana en San Pablo para lanzar su pequeño y polémico libro Enemigos de la Esperanza-Publicar, perecer y el eclipse de la erudición.

    En el libro, Waters, critica la obsesión de la universidad por la productividad, lo que ha provocado una avalancha de publicaciones de poca o ninguna importancia, además de atacar el conformismo y el corporativismo de sus pares....

    En Harvard tenemos ediciones de varios niveles, desde libros académicos más especializados hasta publicaciones accesibles a apenas 25 personas. Es una pirámide, pero estamos intentando convencer a los académicos a escribir libros más abiertos...




    No me preocupo con la competencia. Estoy más preocupado con el desaparecimiento de reseñistas de las páginas de los grandes diarios. ¿Quién va a comentar nuestros libros? ¿Por qué las reseñas están muriendo? Los editores de los grandes diarios de Estados Unidos ni siquiera reciben más a los editores de las universidades. Hay un comportamiento mafioso en Estados Unidos. Estoy compitiendo con la mafia...


    Con respecto a la última frase (la de los reseñistas en los diarios) hay un artículo en el que tambié se comenta éso:


    Está en inglés si alguien quiere traducirlo...



    La entrevista en portugués


    O editor que não quer publicar pelo bem da ecologia

    Lindsay Waters, da Harvard University Press, critica colegas acadêmicos e sugere maior rigor na hora de lançar um livr


    Antonio Gonçalves Filho



    Nos últimos anos o editor-executivo da área de Humanidades da Universidade de Harvard, Lindsay Waters, não tem feito outra coisa além de alertar acadêmicos e editores para o grande desafio do futuro: publicar cada vez menos e com mais critério. Árvores abatidas para lançar teses acadêmicas que ninguém vai ler, nunca mais . É antiecológico, defende Waters, que esteve esta semana em São Paulo para lançar seu pequeno e polêmico livro Inimigos da Esperança - Publicar, Perecer e O Eclipse da Erudição (Editora Unesp, 96 págs., R$ 17).

    No livro, Waters critica a obsessão da universidade pela produtividade, o que tem provocado uma avalanche de publicações de pouca ou nenhuma importância, além de atacar o conformismo e o corporativismo de seus pares. O editor americano conversou com o Estado na sede da Editora Unesp, que o trouxe ao Brasil para uma palestra sobre pesadelos editoriais e avaliação acadêmica.

    O seu livro começa a ser traduzido para outras línguas após provocar polêmica nos EUA, especialmente entre editores, por recomendar que se publique menos. Até na China ele chegou. Como é o mercado das editoras universitárias chinesas?

    Há algum tempo saiu a edição chinesa e a França também vai lançar o livro, que julgava sem interesse para o mercado chinês. Fiquei surpreso com a repercussão entre editores e acadêmicos da China, pois imaginava que os problemas das editoras universitárias chinesas fossem outros. Mas não. Era como em Harvard ou em outra universidade americana. Eles, até o momento, seguiram o modelo americano - muita pressão para publicar e pouco controle sobre o real interesse dessas publicações -, mas já começam a reavaliá-lo, privilegiando a pesquisa antes de partir para a edição.

    Fica claro em seu livro que a universidade precisa alcançar e constituir um público leitor fora da academia se as editoras universitárias quiserem sobreviver e ter alguma relevância no mercado. Qual a sua sugestão para melhorar o diálogo entre universidade e sociedade?

    Em Harvard temos edições de vários níveis, desde livros acadêmicos mais especializados até publicações acessíveis ao público em geral. Há livros dirigidos a apenas 25 pessoas, capazes de ler um tratado filosófico, até outros, para um público de 25 mil leitores. É uma pirâmide, mas estamos tentando convencer os acadêmicos a escrever livros mais abertos. A Harvard publicou recentemente um livro de filosofia assinado por Jonathan Lear, da Universidade de Chicago, que adota idéias de Heidegger para analisar a crise e o desespero contemporâneo da América sem citar uma única vez Heidegger, mas lidando com o conceito de 'stimmung' (chave na ontologia existencial heideggeriana). É uma parábola sobre um chefe indígena que, no final do século 19, intui a extinção de sua tribo. Lear foi muito feliz em usar essa forma de parábola para falar do 'mood' (disposição, espírito) que leva as pessoas a mudarem de atitude. O livro é absolutamente rigoroso em sua abordagem filosófica, mas acessível o suficiente para ser consumido pelo público não-acadêmico. Este é o nosso desafio: tornar claras idéias antes obscuras e discutidas apenas no circuito acadêmico, principalmente agora que a universidade americana, em especial na área de humanidades, está sob ataque de burocratas que só enxergam uma saída tecnológica para a crise mundial.

    O que mudou na universidade americana após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001?

    Há muito mais medo, e não apenas nas universidades, mas no país como um todo. Outra conseqüência é que o senso comum elegeu a área de ciência e tecnologia como prioritária, deixando de lado a de humanidades após o 11 de setembro. A universidade americana precisa ser urgentemente reformulada.

    Com a ajuda do governo?

    Não, não recebemos ajuda nenhuma do governo. Eventualmente podemos solicitar algum subsídio, mas posso dizer que Harvard é como a América: não há qualquer gentileza no trato com as editoras universitárias. É cada um por si. Então, temos de ser independentes financeiramente, ou seja, ganhar dinheiro com nossos livros. Acontece que, após o 11 de setembro, registrou-se uma queda de 20% na venda dos livros e CDs, fenômeno que pode ser atribuído ao sentimento de finitude que se abateu sobre a América. Para que ler, afinal, se um atentado pode acabar com tudo de uma hora para outra? Até meu chefe na universidade virou para mim, perplexo, quando sugeri a publicação de uma história da literatura russa. 'Por que você se preocupa com isso?', perguntou. 'Ninguém vai ler esse calhamaço'. Eu mesmo fiquei surpreso. Esse é mesmo meu chefe? Por que anda deprimido? (risos) Afinal, no passado ele me deu US$ 100 mil para fazer uma história da literatura americana.

    O senhor escreve em seu livro que a área de humanidades deve lutar para preservar e proteger a independência de suas atividades antes que o mercado a aprisione. Ela já não vive dentro da prisão?

    Parece uma conversa um tanto derrotista, como a de meu editor, não ?(risos) Mas seria ridículo entregar os pontos agora. Está certo, temos um presidente terrível, mas tudo se resume a uma mudança de atitude. O problema verdadeiro é a preservação de nossos valores e de nossa independência crítica.

    É fácil de ouvir e difícil de aplicar. Como enfrentar a lógica do mercado?

    Outro dia li no New York Times alguém anunciando pela enésima vez a morte do livro e fiquei pensando: é isso que o mercado está dizendo? Não exatamente. O que o mercado está dizendo é que precisamos produzir livros com títulos mais atraentes, linguagem acessível e prefácios mais esclarecedores. Gasto horas discutindo títulos com meus autores e tentando persuadi-los a mudar os originais, conversa um tanto difícil quando se está, por exemplo, diante de alguém que escreveu um livro sobre filosofia analítica. Minha dissertação, por exemplo, tratava da influência dos italianos sobre Byron quando ele escreveu seu poema Don Juan, e não achei título melhor que Byron and the Italian Connection (Byron e a Conexão Italiana) para definir seu conteúdo.

    O senhor argumenta que existe, na universidade, uma ligação íntima entre a demanda corporativista por produtividade e o tsunami editorial de livros insignificantes. Há alguma chance de dar um fim nisso?

    Escrevi o livro com a esperança de mudar esse estado de coisas. O modelo que as universidades adotam para a publicação de livros é o mesmo de uma fábrica de automóveis. Elas exigem produtividade, mas não exatamente qualidade. Acho que o cerne da questão são os números e a atitude reducionista dos administradores universitários. Como se pode reduzir as coisas do espírito a números? Só pensamos em dinheiro e estamos caminhando muito rapidamente para o abismo. Escrevi um livro propondo um movimento em direção oposta, o 'slow reading' (leitura lenta), para que as pessoas esqueçam essa mania de ler tudo rápido sem entender o conteúdo. Da mesma forma, se você escreve um livro por ano, não pode mesmo produzir uma obra relevante. Isso é loucura.

    Quanto livros por ano a Harvard University Press publica e qual sua principal área de atuação?

    Publicamos 150 livros por ano. A Harvard não é conhecida como uma universidade dedicada à ciência ou tecnologia, como Cambridge, que tem como parceiro o MIT (Massachusetts Institute of Technology ou Instituto Tecnológico de Massachusetts), embora tenha feito esforços para isso. De qualquer forma, nossos títulos de maior apelo dizem respeito à ciência da evolução ou à psicologia, embora os mais importantes sejam na área de filosofia, como os livros de W.D. Klein, Donald Davidson ou Robert Brandon.

    A separação por áreas de conhecimento, segundo seu livro, revela certa resistência da sociedade americana à inovação e até um certo conformismo. O senhor diria que a sociedade americana é acrítica?

    Não, mas é curioso que tudo o que está acontecendo hoje tenha sido previsto por grandes escritores americanos do passado, como Herman Melville ou Ralph Waldo Emerson. Emerson disse que os americanos tendem a ser individualistas embora não rejeitem compromissos. Esse é exatamente nosso desafio: criar vínculos entre a universidade e a sociedade. É muito mais cômodo sentar num ônibus e deixar o motorista guiar, mas muito mais arriscado. O americano, hoje, tem de olhar para a estrada, suspeitar, para não viver confuso e sem direção. A coisa é mais complicada do que descreveu Graham Greene em O Americano Tranqüilo. Nem todos americanos são como George Bush. Quando ocupamos cargos-chave ou assumimos posições de responsabilidade, devemos agir não apenas como indivíduos, mas como integrantes de um corpo social. Entretanto, não devemos seguir líderes, como diria com justa razão Bob Dylan.

    Mas o senhor é um líder dentro da Universidade de Harvard. Como costuma reagir quando um autor é rejeitado para publicação e, eventualmente, identifica nessa exclusão um toque de censura? Como reagiu à acusação de que envenenou o poço das editoras?

    Meu amigo Bill Germano (o editor William P. Germano, autor de 'Getting it Published', guia que ensina acadêmicos como publicar seus trabalhos) foi um dos primeiros a atacar meu livro, justamente por interpretar minha proposta de reduzir o número de publicações como censura ao trabalho alheio. Quando Bill me encontrou, disse que seu desejo imediato após ler o livro foi me dar um soco (risos). Posso até entendê-lo, mas jamais aceitar que julgar um livro significa censurá-lo. É censura escolher filé mignon em vez de salmão? Espera-se de um editor que ele tome decisões, assim como de um cineasta que ele faça escolhas. Cínicos fundamentalistas cristãos produziam há 30 anos filmes pornográficos para serem exibidos em hotéis e, quando processados, sempre alegavam nunca terem assistido a um deles sequer. Pecadores eram os que viam os filmes. Cínicos é o que eles são, esses fundamentalistas. Isso se chama irresponsabilidade. Liberais não acreditam no pecado original. Eu posso não acreditar em Deus, mas acredito no pecado original.

    Voltando ao trânsito interdisciplinar, o senhor defende que a universidade moderna organiza o conhecimento em diferentes disciplinas. Qual seria sua proposta para melhorar a interação entre elas e como as editoras universitárias poderiam ajudar nesse processo?

    Acho que os Estados Unidos tornaram-se mais conservadores nos últimos 30 anos. A excitação provocada pelo pensamento de intelectuais como Roland Barthes parece ter sumido na poeira do tempo com suas propostas de interdisciplinaridade. A separação em campos específicos tornou-se uma obsessão, como se os EUA tivessem construído um muro, uma fronteira filosófica. Em minha visão, esses campos só crescem com novidades surpreendentes. Se os conservadores empenham-se em destruir a diversidade, cabe a nós, da área de humanidades, mostrar ao pessoal da ciência que eles têm mais coisas em comum conosco do que sonham. Galileu nem sabia para que servia um telescópio antes de juntar lentes e descobrir o universo.

    É difícil convencer um acadêmico a escrever para o leitor comum?

    Sim, às vezes encontro resistência. Alguns dos filósofos contemporâneos de maior expressão nos EUA, como John McDowell (influenciado por Wittgenstein), não querem escrever para o leitor leigo, mas sempre posso encontrar alguém disposto a facilitar sua leitura para o público fora da academia. É meu trabalho achar essas pessoas. Há 30 anos um filósofo nascido em Essex, Bernard Williams (morto em 2003), escreveu um livro obscuro sobre ética e, ao se aposentar, reescreveu-o de maneira clara para atingir outro público. Foi essa versão de Ethics and the Limits of Philosophy que publicamos e que vendeu muito bem.

    Há pressão dentro da universidade para concorrer com o catálogo das editoras comerciais?

    Sim, mas geralmente tento ignorar. Tenho alguns autores disputados por editoras comerciais, como o filósofo Richard Rorty e o historiador Anthony Grafton, que escreveu aquele livro fantástico sobre a descoberta do Novo Mundo (New Worlds, Ancient Texts). Grafton escreveu apenas um livro que não teve sucesso comercial e que publicamos, um sobre Alberti (Leon Battista Alberti - Master Builder of the Italian Renaissance). Mas não me preocupo com a concorrência. Ando mais preocupado com o desaparecimento de resenhistas das páginas dos grandes jornais. Quem vai comentar nossos livros? Por que as resenhas estão morrendo? Os editores dos grandes jornais americanos nem recebem mais os editores das universidades. Há um comportamento mafioso na América. Estou competindo com a Máfia.












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